A diferença entre salvar um link e realmente usá-lo depois

Salvar é fácil, voltar é o difícil. Por que a maioria dos links salvos nunca mais é aberta, e o que fazer de diferente a partir de hoje.

Estudos informais de comportamento digital mostram algo que todo mundo já sente na pele: a taxa de retorno a um link salvo é baixíssima. O ato de salvar dá uma sensação de “resolvido” que desarma a curiosidade, e o link nunca mais é aberto.

Uma forma de contornar isso é revisar os blocos periodicamente, não só adicionar a eles. Reservar cinco minutos por semana para abrir um bloco inteiro e decidir o que ainda faz sentido manter transforma a lista de “salvos” em uma lista realmente usada.

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